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Crítica do filme: "A grande jogada"



A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, óculos de sol e textoA grande jogada –novo longa de Aaron Sorkin (“A Rede Social”) na direção, além de assinar a adaptação do livro escrito pela verdadeira Molly, concorre ao Oscar de roteiro adaptado. O longa gira em torno de Jessica Chastain, no papel de Molly Bloom. Cinebiografia de uma personagem feminina, com desejos fortes, para superar limites em um mundo onde a mulher tem pouco espaço. 
Após perder a chance de participar dos Jogos Olímpicos devido a uma fatalidade que resultou em um grave acidente, a esquiadora ela decide tirar um ano de folga dos estudos e ir trabalhar como garçonete em Los Angeles. Lá, conhece Dean Keith, um produtor de cinema que decide contratá-la como assistente, e logo Molly passa a coordenar jogos de cartas clandestinos, organizados por Dean, que conta com clientes muito ricos e famosos.
Outro ponto de destaque no filme é a dinâmica entre Molly e seu advogado, Charlie Jaffey (Idris Elba, “Thor Ragnarok”). Ela precisa se defender na justiça após ser presa e ter seu dinheiro confiscado, assim vamos conhecendo um pouco mais do enredo da vida da personagem, muito controverso. Além de uma cena questionável em um ambiente jurídico, o que levou Charlie em defender a ré, você conhece ao longo da história.Outro destaque é o papel do pai exigente, Kevin Coster, marcante no personagem ,apesar de uma pequena atuação.
“A Grande Jogada”, não é um filme que se estrutura em qualquer base psicanalítica freudiana, nem é um tratado sobre a condição feminina. É a percepção dos turbilhões que se passam com uma pessoa inteligente e perspicaz ,envolvida com jogos e rodadas milionárias, com ricos, famosos e todos os riscos que podem ocasionar, e a atuação excelente da protagonista, ”a princesa do pôquer”, é um convite para assistir o longa .Vale a pena conferir!!

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